Arquivo | março, 2009

Capitu sobe aos palcos ( pré- estréia para convidadas !)

31 mar

capitu2

Semana passada a professora Adísia* me ligou animada contando que finalmente a peça “Capitu conta Capitu” iria aos palcos.  Detalhe: Só para convidadas. Tive a honra de ser convidada pela própria ( autora do livro em que se baseia o espetáculo).  A adaptação é de Ceronha Pontes e Ana Cristina Viana dá vida a personagem polêmica durante os 45 minutos de monólogo. É uma história de vida, a defesa de Capiu, que narra a sua versão.

Saiu ontem uma matéria bem legal no O POVO, “Capitu sem culpa”

Serviço

Capitu conta Capitu será encenada todas as sextas-feiras de abril,  no Teatro Sesc Emiliano Queiroz, sempre às 20 horas.

( * Ela nunca foi minha professora de fato e de direito mas, me acostumei a chamá-la assim, pois toda conversa que temos é sempre uma aula)

Sugestão de leitura sobre Jornalismo Literário

30 mar

1) A mulher do próximo (Gay Talese)

2) Fama & Anonimato (Gay Talese) Encontrado nos sebos com o título “Aos olhos da Multidão”.

3) Os dez dias que abalaram o mundo (John Reed)

4) Hiroshima, John Hersey

5) “A luta” Norman Mailer

6) “Os eleitos” e “A fogueira das vaidades” Tom Wolfe (Só nos sebos…)

7) Olga (Fernando Morais)

8 ) Pedro Nava – Baú de Ossos (autor memorialista)

9) Chatô, o Rei do Brasil (Fernando Morais))

10) Relato de um Náufrago (G.G. Márquez)

11) 1968 – O ano que não terminou (Zuenir Ventura)

12) A Sangue Frio (Truman Capote)

13) Abusado – O Dono do Morro Dona Marta (Caco Barcellos)

14) A guerra dos meninos ( Gilberto Dimenstein)

15) Jornalismo Canalha (José Arbex Jr.)

16) Meninas da noite ( Gilberto Dimenstein)

17) O Reino e o Poder – Uma História do New York Times (Gay Talese)

18) Os Machões não Dançam (Norman Mailer)

19) Minha razão de viver – memórias de um jornalista (Samuel Wainer)

20) O Papel do Jornal (Alberto Dines)

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Fim da revista Singular?

27 mar

singular

Li com tristeza no blog do Emilio Moreno, Liberdade Digital que a revista Singular deixará de circular devido a falta de recursos…

Com uma proposta criativa, a Singular ela fugia do comum com seu formato e pautas.

Há quem apóie a criação de um blog. Será interessante mas, não a mesma coisa.

Bibliotecas comunitárias no Ceará

25 mar

Projeto motiva moradores a criarem bibliotecas

comunitárias em cidades do Ceará

O projeto Ler para Crer realiza oficinas itinerantes em municípios cearenses para sensibilizar moradores a implantarem bibliotecas comunitárias. Mais que reunir livros e periódicos num espaço com estantes e mesas, o modelo a ser construído deve refletir as demandas, histórias, memórias e manifestações sociais e culturais dos habitantes de cada lugar.

A primeira oficina aconteceu dias 14 e 15 de março em Aquiraz, na Região Metropolitana de Fortaleza. As próximas serão em Itaitinga (28 e 29 de março) e Redenção (24 e 25 de abril). A iniciativa é do Departamento de Ciências da Informação da Universidade Federal do Ceará, em parceria com Governo Federal – Ministério da Cultura e Ministério da Educação – e prefeituras dos municípios. O patrocínio é da Petrobrás.

A experiência surgiu de uma idéia do Prof. Tadeu Feitosa, chefe do Departamento de Ciências da Informação: a criação da Biblioteca Comunitária do Benfica, sediada na Área II do Centro de Humanidades no Campus do Benfica da UFC. Transformado em projeto de extensão, o Ler pra Crer, sob a coordenação da Profª. Lídia Eugênia Cavalcante, do Departamento de Ciências da Informação, começou ali e passou a realizar caravanas de professores e estudantes bolsistas e voluntários a municípios cearenses. Em dezembro passado, o projeto venceu o Edital Proext, do Minc, e agora as atividades se reforçam nos três municípios citados.

“O primeiro encontro é de sensibilização. Apresentamos a metodologia, damos assessoria e fazemos visitas de supervisão. Mas são as pessoas dos municípios que irão tocar o projeto.”, diz Lídia. Além do envolvimento direto da comunidade, ela considera importante também a oportunidade que universitários – bolsistas ou voluntários – têm de trabalhar a dimensão social. A estudante de Biblioteconomia, Laiana Ferreira de Sousa, diz que é “maravilhoso” participar. “Entender que na biblioteca comunitária os moradores podem entrar em contato com o acervo, produzir, participar de eventos”.

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